Deusa, preciso te confessar uma coisa.

A gente se encontra toda semana faz tempo. Eu já te contei sobre viagens, silêncio e até os sonhos que ficam no cabide esperando a vida abrir espaço.

Mas eu percebi que quase nunca te contei o que existe ao redor dessa carta.

A Brisa é a sala de estar da minha vida.

É onde a gente senta com café, no domingo, e conversa devagar sobre o que importa. Só que a casa é maior do que a sala.

E uma amizade que fica pra sempre na sala de visitas ainda tem um pé na formalidade.

Então hoje eu queria fazer o que toda amiga faz quando a intimidade chega: te levar pra conhecer os outros cômodos, um de cada vez, sem pressa nenhuma, vamos lá:

O cômodo onde os sonhos saem do cabide:

Tem um quarto dessa casa que nasceu de uma dor que eu conheço por dentro: a distância entre o que a gente sonha e o que a gente faz.

Eu vivi anos com sonhos grandes demais pra caber num dia qualquer.

Foi dessa inquietação que nasceu o Sonhei.

Um app pra transformar sonho em caminho, com jornadas guiadas que quebram o impossível em passos que cabem na sua semana.

Foi a coisa mais íntima que eu lancei nos últimos anos.

E ele é gratuito, porque essa porta eu queria aberta pra qualquer mulher que chegasse.

Se você ainda não entrou, entra.

O cômodo mais vivo fica do outro lado do mundo

Tem o cômodo que não para quieto, porque ele muda de endereço.

São as expedições YAZ: viagens só de mulheres, curadas do primeiro ao último detalhe, pra lugares que mexem com a gente por dentro. Peru, Marrocos, Bali, Amazônia.

É onde tudo que a gente conversa aqui na carta vira chão. Se torna uma caminhada de altitude. E, vira uma roda de mulheres que chegaram desconhecidas e voltaram irmandade.

Eu costumo dizer que a YAZ é a Brisa em três dimensões: o mesmo assunto, só que vivido com o corpo inteiro.

Se um dia você quiser sentir isso de perto, as expedições estão acontecendo. As próximas datas moram aqui:

A varanda, onde a gente se esbarra no meio da semana

Tem a varanda, claro, que é o meu Instagram.

É ali que fica o dia a dia: os bastidores das viagens, as reflexões curtas entre uma Brisa e outra, a vida acontecendo sem edição de carta.

Se o domingo é o nosso encontro longo, a varanda é o aceno rápido de quarta-feira.

E eu gosto de te encontrar nos dois lugares.

E tem uma porta que eu quase nunca abro por aqui

Falta um cômodo, e é justamente sobre ele que a confissão existe.

Ao longo desses anos eu fui construindo as minhas jornadas: cursos pra atravessar, com mais profundidade, as coisas que a gente só toca de leve na newsletter.

  • O Tarot como porta de entrada do autoconhecimento.

  • A Ciclicidade, pra quem quer parar de viver contra o próprio corpo.

  • A Integração do Eu, pra quem precisa de confiança antes do próximo passo.

  • E os Arquétipos, que é o meu trabalho mais fundo.

Não são fórmulas, você me conhece!

São caminhos, do meu jeito, pra quem quer descer um pouco mais do que uma carta de domingo consegue levar.

Nas próximas semanas eu vou te apresentar cada uma delas com calma. Uma por vez, do mesmo jeito que uma amiga mostra a casa: sem pressa e sem pressão.

Se alguma te chamar, ótimo. Se não for a hora, a Brisa continua aqui todo domingo, do mesmo jeito de sempre. E isso já me basta.

Entre nós

Deusa, escrever esse e-mail me deixou com uma gratidão meio boba.

Dessas que a gente sente quando percebe que construiu algo sem ver o tamanho.

Cada um desses cômodos nasceu de uma fase minha.

De uma pergunta que eu precisava responder.

E o fio que costura tudo é o mesmo que costura a nossa conversa de domingo: a certeza de que viver é um processo contínuo de virar quem a gente é.

Por hoje é só isso. Um oi mais de perto, a casa de portas abertas, e um obrigada, de verdade, por caminhar comigo até aqui.

E fica uma pergunta pra levar pro seu café: desses cômodos todos, qual é o que a sua vida está pedindo pra visitar primeiro?

Com carinho,

Laylä Föz 🌙

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